<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384</id><updated>2011-08-17T15:36:10.203-07:00</updated><category term='Física e Espiritualidade'/><category term='Filosofia Oculta'/><category term='Analise da Doutrina Secreta'/><category term='Religiões Comparadas'/><title type='text'>Sala Fraternidade Espiritual</title><subtitle type='html'>Blog destinado ao estudo de Religiões Comparadaas,Ciência Moderna e Filosofia Esoterica.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-5486124904153831258</id><published>2009-09-06T14:31:00.001-07:00</published><updated>2009-09-06T14:32:48.691-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Física e Espiritualidade'/><title type='text'>Cosmogenese e Teoria Holografica</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SqQqSotbsDI/AAAAAAAAAF0/rpS0tWFEnyA/s1600-h/mao.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378470354641203250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 285px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SqQqSotbsDI/AAAAAAAAAF0/rpS0tWFEnyA/s320/mao.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com os ensinamentos contidos na magnífica obra "&lt;em&gt;Wholeness and the implicate order"&lt;/em&gt; do grande Físico Teórico David Bohm, o mundo em que vivemos é multidimensional. O nível mais óbio e superficial é o mundo quadridimensional , mundo esse que esta inserido dentro de um contexto denominado pelo autor como sendo Ordem Explícita. Essa ordem por mais que possa denotar uma tendência para um aparente caos com relação ao comportamento dos elementos que constituem o universo, é arquitetonicamente regida por um ordenamento oculto que Bohm denomina de ordem implícita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo os ensinamentos desse sábio Físico, uma compreensão mais clara sobre a ordem implícita só é possível avançando-se para um nível de percepção mais profundo; nível esse que permite um entendimento hermenêutica da significação de nossa experiência física, psicológica e espiritual. Tal fundo de abrangência que é tocado por esse nível de percepção, é na verdade uma emanação de uma ordem muito mais sutil, ordem essa denominada de Superimplicita. Para além dela, o Físico mergulhando numa fonte ou esfera infinita de n-dimensional, postula em sua obra muitas outras ordens oriundas de uma ordem abrangente que esta em constante processo de elaboração denotando assim sua supracriatividade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em geral, a totalidade dessa ordem abrangente não pode se tornar manifesta para nós; somente um certo aspecto que dela se manifesta. Quando trazemos essa ordem abrangente para o aspecto manifesto, temos uma experiência de percepção. Mais isso não quer dizer que a totalidade da ordem seja apenas aquilo que se manifesta. Na visão cartesiana que influenciou inclusive alguns místicos, a totalidade da ordem, pelo menos potencialmente, é manifesta, embora os mesmo não sabiam como manifestá-la por si mesmo, os mesmos necessitaram em suas pesquisas inclusive a utilização de microscópios, telescópios e outros instrumentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na ordem implícita, o que se torna visível é somente uma parte mínima da ordem abrangente, e, por isso se faz necessário entender a distinção entre o que é manifesto do que não é manifesto. Essa parte mínima poderá voltar à ordem abrangente e não manifesta na ordem manifesta, para em seguida descrever um movimento contrário. Esse movimento fundamental consiste em recolhimento e desdobramento que é um movimento básico de um processo produzido em uma ordem mais sutil, processo esse que o autor denomina de Holomovimento. O holomovimento seria a esfera do que é manifesto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o autor a existência material seria um aspecto desse holomovimento que se manifestaria em uma forma mais estável. A matéria densa, por exemplo, seria simbolicamente uma nuvem dentro desse holomovimento, e ela manifestaria o holomovimento aos nossos sentidos e pensamentos comuns.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente acredito que esse holomovimento como produto de uma ordem sub-abrangente esta profundamente relacionado ao UPÂDHI assim como também com a sua base MÛLAPRAKRITI, e também com a irradiação de MÛLAPRAKRITI a tão referenciada ÂKÂSHA. Cabe a nos, eternos buscadores da verdade, tentarmos buscar, seja racionalmente ou intuitivamente, uma forma de entendimento sobre esses elementos e suas relações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-5486124904153831258?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/5486124904153831258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=5486124904153831258' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/5486124904153831258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/5486124904153831258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/09/cosmogenese-e-teoria-holografica.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Cosmogenese e Teoria Holografica&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SqQqSotbsDI/AAAAAAAAAF0/rpS0tWFEnyA/s72-c/mao.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-6979331190592759817</id><published>2009-08-13T12:22:00.000-07:00</published><updated>2009-08-13T12:40:36.457-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Física e Espiritualidade'/><title type='text'> A Realidade e suas faces</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SoRp2BNQHSI/AAAAAAAAAFs/K9KmkpbPtjk/s1600-h/realidade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369533032490343714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SoRp2BNQHSI/AAAAAAAAAFs/K9KmkpbPtjk/s320/realidade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A distinção entre realidade e aparência sempre foi um dos problemas centrais da filosofia. No mundo Ocidental foi colocada pela primeira vez por Parmênides, no século VI a.C. Entende-se vulgarmente por realidade tudo aquilo que existe ou é, por oposição aquilo que designamos por nada, aparência ou ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, a questão - o que é a realidade? , tem originado nas diversas correntes filosóficas, as mais variadas respostas. Cada uma traduz de uma forma explicita ou implícita uma dada concepção da mesma. Podemos citar, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Realidade Sensorial&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O homem comum como o empirista radical tende a associar a realidade com aquilo que pode ser empiricamente observado. A realidade existe independentemente da consciência dos indivíduos. Basta olhá-la para descobri-la e captar-la na sua totalidade. A realidade é assim algo que existe independente da consciência dos indivíduos. Esta posição traduz-se na crença que só as coisas observáveis são reais. Neste sentido, tudo o que não pode ser captado através dos sentidos tende a ser negado, ou é tratado como um produto da imaginação. Estamos aqui perante uma visão ingênua da realidade, desmentida inclusive pela própria investigação científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Realidade Ideal&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A realidade não se confunde com as imagens efêmeras das coisas que obtemos através dos sentidos. A verdadeira realidade é da ordem das idéias. Só nestas poderemos encontrar algo imutável e eterno. A verdadeira realidade está nos próprios indivíduos e não nas coisas. Parménides e depois Platão numa forma sistemática, sustentaram esta concepção do real. Outros filósofos desenvolveram concepções idênticas. Berkeley, no século XVII, sustentou que a única realidade que existia era a das nossas percepções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Realidade Virtual&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há várias definições aceitas para realidade virtual. Isto é devido, em parte, à natureza interdisciplinar da área, e também a sua evolução. De uma maneira ou de outra, os sistemas de realidade virtual acabaram vindo de sistemas computacionais de mesa, simuladores, sistemas de tele-operação, etc.&lt;br /&gt;A realidade virtual também pode ser considerada como a junção de três idéias básicas: imersão, interação e envolvimento. Isoladamente, essas idéias não são exclusivas de realidade virtual, mas aqui elas coexistem.&lt;br /&gt;A idéia de imersão está ligada com o sentimento de se estar dentro do ambiente. Normalmente, um sistema imersivo é obtido com o uso de capacete de visualização, mas existem também sistemas imersivo baseados em salas com projeções das visões nas paredes, teto, e piso. Além do fator visual, os dispositivos ligados com os outros sentidos também são importantes para o sentimento de imersão, como som, posicionamento automático da pessoa e dos movimentos da cabeça, controles reativos, etc. A visualização tridimensional através de monitor é considerada não imersiva.&lt;br /&gt;A idéia de interação está ligada com a capacidade do computador detectar as entradas do usuário e modificar instantaneamente o mundo virtual e as ações sobre ele (capacidade reativa). As pessoas gostam de ficar cativadas por uma boa simulação e de ver as cenas mudarem em resposta aos seus comandos. Esta é a característica mais marcante nos videogames.&lt;br /&gt;A idéia de envolvimento, por sua vez, está ligada com o grau de motivação para o engajamento de uma pessoa com determinada atividade. O envolvimento pode ser passivo, como ler um livro ou assistir televisão, ou ativo, ao participar de um jogo com algum parceiro. A realidade virtual tem potencial para os dois tipos de envolvimento ao permitir a exploração de um ambiente virtual e ao propiciar a interação do usuário com um mundo virtual dinâmico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Realidade Orientalista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de Realidade na metafísica oriental é a da realidade única, subjacente a toda forma de vida. Para obter a percepção da verdadeira realidade, o discípulo deve aprender técnicas de concentração e meditação, que proporcionam um estado de percepção elevado. Esse conceito pode ser melhor compreendido conhecendo a obra de Paramahansa Yogananda, autor do clássico Autobiografia de um Iogue, e também de uma vasta coleção de livros. Uma de suas principais obras metafísicas, onde ele traça paralelos entre a realidade ilusória e a Realidade única é o livro Bhagavad Gita - God talks to Arjuna, editado pela Self-Realization Fellowship (www.yogananda-srf.org), organização fundada por Yogananda em 1920, Los Angeles, EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Realidade para a Física&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito Física Teórica, é bastante simples perceber a surpreendente e extraordinária falta de consenso entre os pais fundadores da teoria quântica acerca de problemas que à primeira vista deveriam conhecer um mínimo de acordo. Essas questões dizem respeito à realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos nos questionar: De que trataria para os físicos, pois, o problema da realidade? Que estatuto ontológico teria esses objetos de que fala a mecânica quântica? Em outras palavras, em que constituiriam entidades como elétrons, prótons, fótons, mésons, pións, etc.?&lt;br /&gt;Seriam entidades ontologicamente existentes, ou entidades mnemônicas, ou meros construtos teóricos para salvar os modelos em torno dos fenômenos ditos naturais, ou ainda, meras hipóteses de trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as inúmeras formas dentro da Física de encarar a realidade, encontraremos os que seguem o ideário realista, e encontramos também aqueles que negam tal ideário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noção filosófica de realismo é inerente à concepção clássica do mundo. Realismo é a consideração de que os objetos (sejam planetas ou partículas microscópicas) existem por si mesmos e têm propriedades intrínsecas bem definidas, as quais não dependem do observador. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A questão que envolve o conceito de realismo pode ser apresentada – de forma simplificada – através do exemplo da moeda. Considerando-se o lançamento de uma moeda sob a luz da mecânica clássica (ligada ao macromundo), a probabilidade de obtermos cara ou coroa é, em cada moeda lançada, de 50%. Dentro da visão clássica, é possível argumentar que, se conhecêssemos absolutamente tudo acerca da moeda e de todas as forças envolvidas no lançamento, poderíamos prever exatamente o que resultaria: ou cara ou coroa. Isto é, se o estado do sistema fosse integralmente conhecido antes do lançamento, então o resultado poderia ser previsto com toda a certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de denotar o pensamento realista pode ser percebida com base na frase atribuída ao Físico Wheeler, segundo a qual “no phenomenon is a phenomenon until it is an observed phenomenon”, qualquer realidade que não tenha sido ainda observada deveria ser negada enquanto tal pois ela não pertenceria ao mundo dos fenômenos. Limitando de tal maneira o conceito de realidade e a reduzindo apenas ao universo dos fenômenos observados, então não se poderia atribuir realidade a lua nos instantes em que para ela não dirigirmos os nossos olhares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao realismo também se associa a idéia de que o comportamento de um objeto é determinado por suas propriedades intrínsecas reais do ambiente em que ele se encontra. O realismo é uma suposição implícita na física clássica e em toda teoria moderna, com exceção da mecânica quântica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No âmbito da mecânica quântica – criada para explicar a realidade no domínio do micro. A escola de Copenhagen diz que as leis da natureza são intrinsecamente probabilísticas, o que significa que podemos ter diferentes resultados associados a estados iniciais absolutamente idênticos. De acordo com essa interpretação, existe um caos intrínseco: os resultados não são determinados por seus estados iniciais a não ser de modo probabilístico. De acordo com os pensamentos formulados pelos Físicos de tal escola, o mundo é não-realista. Para essa corrente, as propriedades dos corpos são propriedades apenas potenciais, que dependem do experimento realizado, ou seja, da observação que se está fazendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Realidade para o Espiritualismo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diversas escolas espiritualistas descrevem o que chamamos de realidade como sendo diferenciada em várias camadas (planos), sendo que o domínio físico, o mundo que observamos através de nossos sentidos, é apenas um dos diversos padrões de expressão de uma certa realidade global. Daí, a realidade na óptica das mais variadas escolas espiritualista, não se restringe aos fenômenos físicos; ela, entretanto engloba, além disso, entidades e processos mentais que se apresentam de forma tão real, tal como todo e qualquer objeto físico que é percebido por nosso sensório. A observação comum do ser humano, restrita ao mundo dos sentidos físicos, conhece, porém, apenas os objetos do plano material. Os outros aspectos da realidade, ou seja, os planos espirituais, podem se tornar de forma acessível, de uma forma equilibrada e consciente, quando o ser através da conseqüência natural do seu desenvolvimento moral e espiritual, com base na senda do autoconhecimento e do autodomínio de seus sentimentos; consegue adquirir conhecimento diante a dinâmica especifica de cada plano espiritual, assim como a habilidade de não ser iludido por suas propriedades naturais características.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;(Série: Teorias do AZOTH)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-6979331190592759817?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/6979331190592759817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=6979331190592759817' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6979331190592759817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6979331190592759817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/08/realidade-e-suas-faces.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt; A Realidade e suas faces&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SoRp2BNQHSI/AAAAAAAAAFs/K9KmkpbPtjk/s72-c/realidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-3752641521477648700</id><published>2009-08-13T09:27:00.002-07:00</published><updated>2009-08-13T09:43:20.672-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Física e Espiritualidade'/><title type='text'> A Teoria Quântica não é um mar de Rosas </title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SoRAdbiYC_I/AAAAAAAAAFk/-dD4qtYwpZQ/s1600-h/CUBO.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369487530084797426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 258px; CURSOR: hand; HEIGHT: 287px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SoRAdbiYC_I/AAAAAAAAAFk/-dD4qtYwpZQ/s320/CUBO.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os problemas epistemológicos suscitados pela teoria quântica são tão variados e tão profundos que qualquer lista que pretendesse ser completa, dificilmente o seria e ainda que o fosse constituiria tanto uma eloqüente manifestação de complexidade quanto de inconclusão. Mas se por um lado isso implica numa Torre de Babel, representa, por outro, algo muito esclarecedor: a teoria quântica constitui enorme salto cognitivo no sentido da compreensão da realidade física.&lt;br /&gt;O debate sobre a teoria quântica é referido por inúmeros autores como um verdadeiro labirinto conceitual, uma torre de Babel, um diálogo de surdos, exatamente para significar que todos falam, mas são surdos (deliberadamente ou não) diante dos argumentos dos demais. Além disso, há sérias razões para se duvidar se o consenso existente no contexto de correntes majoritárias seja ou não fruto de reflexão genuína, e mesmo de um diálogo minimamente satisfatório entre teoria e experimento, ou mera acomodação motivada por conveniências de várias ordens inclusive pela bem conhecida política de se cortejar grandes chefes a fim de que se venha a evitar uma carreira com sobressaltos, ou seja, àquilo a que Einstein se referiu, numa bela carta a seu amigo Solovine, e em tom de veemente reprovação ao lamentar o procedimento daquelas pessoas sugestionáveis que sempre estão na moda.&lt;br /&gt;Podemos também dizer que essa divergência em torno da teoria quântica é, em certa medida, muito estranha e muito peculiar, pois há um enorme abismo entre o extraordinário consenso entre as fórmulas matemáticas da teoria quântica e a profunda dissidência no que diz respeito às interpretações e implicações sobre a realidade física. E podemos acrescentar, se o pluralismo é bom sinal, o dogmatismo Exagerado, notado em amplos círculos de opinião, nada tem de esclarecedor.&lt;br /&gt;A influência e o fascínio exercidos pela teoria quântica atingem não apenas os físicos, matemáticos, químicos e biólogos; eles atingem, além de outros cientistas naturais, também os cientistas sociais, os filósofos, os artistas e muitas outras categorias profissionais; eles atingem, de fato, até mesmo os Espiritualistas Curiosos. Sem esquecer nem desmerecer que a curiosidade constitui uma dimensão importantíssima de entusiasmo frente aos problemas cognitivos, e que para pensar não é necessário se ater a qualquer que seja a categoria profissional, embora a inserção na estrutura formal de ensino e pesquisa seja recomendável, é perfeitamente compreensível que idéias como salto quântico, consciência do sujeito, dissolução da realidade, relações não-causais, indeterminismo, não-localidade, entre outras, constituam um grande atrativo no imaginário das pessoas, quase sempre acompanhado de grande precipitação e ligeireza de reflexão. Dai a importância da cautela com relação à aderência a determinados conceitos que ainda se encontram em processo de construção.&lt;br /&gt;Na Mecânica Quântica, ou no quadro teórico da mecânica dos fenômenos discretos a natureza, considera-se que todos os fenômenos físicos são necessariamente considerados quantizados, no que se refere a todas as grandezas físicas envolvidas. A Mecânica Quântica apresenta diversas dificuldades teóricas, embora seja uma teoria com vasta aplicação tecnológica. Dentre tais dificuldades, destaca-se o problema do colapso da Função de onda, levantados por vários intérpretes da Mecânica Quântica e também pelos físicos defensores do quadro teórico da mecânica dos fenômenos contínuos. A este problema estão associadas às famosas interpretações da Mecânica quântica, e várias delas de natureza realista que pregam que a realidade independe do observador, e, outras, de natureza idealista que defende a idéia que a realidade é produzida pela influencia do observador. Todas remetem a Importantes investigações filosóficas envolvendo noções como mente corpo, inteligência, consciência, realidade, etc. Noções essas também, que são fundamentais para a formulação conceitual da base arquitetônica dos ensinamentos de algumas escolas espiritualistas.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;(Série: Teorias do AZOTH)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-3752641521477648700?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/3752641521477648700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=3752641521477648700' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/3752641521477648700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/3752641521477648700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/08/teoria-quantica-nao-e-um-mar-de-rosas.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt; A Teoria Quântica não é um mar de Rosas &lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SoRAdbiYC_I/AAAAAAAAAFk/-dD4qtYwpZQ/s72-c/CUBO.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-6172028182107393044</id><published>2009-08-02T09:29:00.001-07:00</published><updated>2009-08-02T09:32:44.730-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Física e Espiritualidade'/><title type='text'>Modificamos e não Modificamos os Padrões de Realidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SnW_AlqIU9I/AAAAAAAAAFc/gvD5I7exa1o/s1600-h/fi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365404547911537618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SnW_AlqIU9I/AAAAAAAAAFc/gvD5I7exa1o/s320/fi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É muito comum no meio Espiritualista, ver algumas pessoas afirmarem com base em certas leituras feitas em torno obras escritas por Físicos Místicos, que nos sempre geraremos modificações no estado dinâmico dos objetos que compõe realidade, seja ela Física ou Espiritual.&lt;br /&gt;Entretanto no âmbito da Teoria Quântica; a coisa não funciona bem assim.&lt;br /&gt;Hoje dentro do âmbito da Física Quântica, sabe-se que existem determinadas circunstancias que mostram que quando o observador observa um determinado sistema dinâmico, pode ocorrer que pelo fato da observação ser manifestada, o sistema dinâmico é impedido de mundar de estado, ou seja, a função de onda que representa os diversos estados possíveis do sistema dinâmico é impedida de colapsar.&lt;br /&gt;Esse Advento é denominado no âmbito da Física Quântica por Efeito Zenão quântico.&lt;br /&gt;Podemos analogicamente esboçar esse efeito da seguinte forma:&lt;br /&gt;É como se estivéssemos esquentando água em uma panela. Se deixarmos a panela tampada, sem observar a água, ela ferve depois de cinco minutos (com gás encanado, dez minutos). Mas se a cada dez segundos levantarmos rapidamente a tampa para observar se ela já ferveu, demora um tempo muito maior para ferver. O que ocorre é que nossa observação interfere no sistema, e altera sua evolução.&lt;br /&gt;Outro exemplo seria um núcleo radioativo. Se após uma hora medíssemos quantos átomos decaíram em uma amostra, suponha que 50% deles o tenham feito. Porém, se medíssemos a cada minuto, no final (após uma hora) menos de 1% teria decaído! E no limite, se observássemos continuamente o núcleo radioativo, ele nunca decairia!Tal efeito já tinha sido previsto por alguns físicos na década de 1960, mas foi com o trabalho de Misra &amp;amp; Sudarshan, em 1976, que o efeito passou a ser discutido, e seu nome foi dado.&lt;br /&gt;Vários filósofos contemporâneos, dentre eles citamos o argentino Mario Bunge, atacaram a veracidade do efeito, pois não admitiriam que uma mera observação pudesse mudar a realidade. Porém, ele acabou sendo comprovado experimentalmente em 1990, pelo Físico Itano e seus colaboradores. O ponto a ser ressaltado é que uma “observação” não é uma mera contemplação apolínea, distante, mas que ela envolve um forte distúrbio no átomo sendo observado. Nesse sentido, as dúvidas de Bunge puderam se dissipar, pois o experimento não desafia a sua postura filosófica “objetivista”. &lt;br /&gt;A chave para entender o efeito Zenão quântico é lembrar que a cada observação ou medição ocorre um colapso da onda quântica. Os sistemas em questão envolvem uma lenta transição de um estado para outro. Ao observar constantemente um determinado sistema, provocam-se colapsos constantes para o estado inicial, e ele nunca completa a transição para o outro estado.&lt;br /&gt;No âmbito do ensinamento oculto, podemos questionar, será que os dinamismos das modificações dos planos de manifestação obedecem também à mesma ordem de idéias? Será que um determinado plano de manifestação a nossa múltipla ações observacionais, mesmo que se der de uma forma inconsciente, poderá tolher a alteração de processos inerentes a nossa própria dinâmica estrutural ou quiça de outras estruturas que compõe outros seres? Essas e muitas outras questões deverão ser repensadas sempre, antes de defendermos um conceito preliminar da teoria quântica, com o objetivo de defendermos nossas convicções pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;AZOTH13&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-6172028182107393044?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/6172028182107393044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=6172028182107393044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6172028182107393044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6172028182107393044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/08/modificamos-e-nao-modificamos-os.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Modificamos e não Modificamos os Padrões de Realidade&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SnW_AlqIU9I/AAAAAAAAAFc/gvD5I7exa1o/s72-c/fi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-5621833106316302617</id><published>2009-05-02T11:47:00.000-07:00</published><updated>2009-05-02T11:55:44.494-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Física e Espiritualidade'/><title type='text'>Os quatro principios Fundamentais da Teoria Quântica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SfyW04PMTuI/AAAAAAAAAFU/sU9mC3qGxrM/s1600-h/imaginario%2Bsimbolico%2Be%2Breal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331301894093295330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 208px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SfyW04PMTuI/AAAAAAAAAFU/sU9mC3qGxrM/s320/imaginario%2Bsimbolico%2Be%2Breal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A teoria quântica resulta numa mudança muito mais radical das noções de ordem e de medida do que a teoria da Relatividade Geral. Para entender essa mudança, deve-se considerar quatro aspectos de crucial importância introduzidos por essa teoria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A)     Indivisibilidade do quantum de ação&lt;br /&gt;Essa indivisibilidade implica que transições de Estados estacionários são de certa forma, transições discretas. Assim, não faz sentido dizer que um sistema passa por uma série contínua de estados intermediários, semelhantes ao estado inicial e final. Claro que isso é bem diferente da Física Clássica, que implica uma série continua de estados intermediários em cada transição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B)      Dualidade onda-partícula das propriedades da matéria&lt;br /&gt;Sob diferentes condições experimentais, a matéria comporta-se mais como onda ou mais como uma partícula, mas sempre, em certos aspectos, como ambas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C)      Propriedades da matéria como potencialidades estatisticamente reveladas&lt;br /&gt;Toda sistema físico é agora caracterizado por uma função complexa denominada por função de onda, ou por uma matriz composta por vetores de estados localizados num espaço denominado por Espaço de Hilbert.  Essa função de onda  ou matriz de estado, não estão diretamente relacionados com as propriedades efetivas de um objeto, evento ou processo Individuais. Em vez disso, tais representações matemáticas relacionadas a tais sistemas físicos encarados dinamicamente, só podem ser pensados a título de descrição de potencialidades presentes na situação física. Potencialidades essas que são diferentes e, de um modo geral, mutuamente incompatível (Por exemplo: comportamento ondulatório ou comportamento corpuscular) são efetivadas em diferentes arranjos experimentais (de modo que a dualidade onda-partícula pode ser entendida como uma das principais formas de expressão dessas potencialidades incompatíveis). Em geral, a função de onda  ou a matriz de estado, fornece apenas uma medida de probabilidade para a atualização de diferentes potencialidades num ensemble (um conjunto de vários sistemas que, apesar de suas condições iniciais diferentes, são idênticos a um sistema estatisticamente considerado) estatistico de observações semelhantes realizados sob condições especificas, não podendo prever o que acontecerá detalhadamente com cada observação individual.&lt;br /&gt;Essa noção de determinação estatística de potencialidade mutualmente incompatíveis é, evidentemente, muito diferente do que é feito, na física clássica, onde não há lugar para a noção de potencialidade tenha um papel tão fundamental. Na Física Classica, julga-se que apenas o estado efetivo de um sistema pode ser relevante numa dada situação física, e que a probabilidade aparece porque ignoramos o estado efetivo ou porque estamos tomando a média num ensemble de estados efetivos que se distribuem por toda gama de condições. Na teoria quântica, não faz sentido investigar o estado efetivo de um sistema à parte de todo o conjunto das condições experimentais que são essenciais para efetivar esse estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;D)     Correlações não-causais (Entrelaçamento quântico)&lt;br /&gt;Segundo uma determinada inferência da teoria quântica, eventos separados no espaço e sem possibilidade de conexão por meio de interações, estão correlacionados de um modo tal que se pode mostrar ser impossível uma explicação causal detalhada, mediante a propagação de efeitos a velocidades não-maiores que a da Luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-5621833106316302617?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/5621833106316302617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=5621833106316302617' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/5621833106316302617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/5621833106316302617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/05/os-quatro-principios-fundamentais-da.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Os quatro principios Fundamentais da Teoria Quântica&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SfyW04PMTuI/AAAAAAAAAFU/sU9mC3qGxrM/s72-c/imaginario%2Bsimbolico%2Be%2Breal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-6575912663814658304</id><published>2009-03-22T13:46:00.000-07:00</published><updated>2009-03-22T13:52:46.280-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Física e Espiritualidade'/><title type='text'>A Construção dos Padrões de Realidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScakEI6fEfI/AAAAAAAAAFM/kvBRTdB3E9M/s1600-h/Auto-colapso.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316116801176670706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 141px; CURSOR: hand; HEIGHT: 153px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScakEI6fEfI/AAAAAAAAAFM/kvBRTdB3E9M/s320/Auto-colapso.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de a física quântica ser compreendida adequadamen&amp;shy;te, uma metafísica materialista dominava a ciência — particulas elementares formam átomos, átomos formam moléculas, moléculas formam células, inclusive os neurônios, neurônios formam o cérebro e o cérebro forma a consciência.Essa teoria da causação é chamada de teoria da causação ascendente: a causa vai das partículas elementares, ou micro, até a consciência e o cérebro, macro. Não existe poder causalem qualquer entidade do mundo, exceto nas interações entrepartículas elementares.Mas, se nós mesmos nada somos senão possibilidades materiais, como nossa observação pode reduzir ondas de possibilidade? A interação de possibilidade com possibilidade só gera possibili&amp;shy;dades mais complexas, nunca uma realidade. Assim, se só exis&amp;shy;tisse a causação ascendente no mundo, o colapso quântico seria um paradoxo. Na interpretação correta e livre de paradoxos da física quântica, a causação ascendente só é capaz de produzir ondas materiais de possibilidade para a escolha da consciência (não material), e a consciência tem o poder supremo, chamado de causação descendente, de criar a realidade manifestada por meio da livre escolha dentre as possibilidades oferecidas. A cons&amp;shy;ciência não é mais vista como um epifenômeno do cérebro, mas como a base da existência, na qual todas as possibilidades mate&amp;shy;riais, inclusive o cérebro, estão incrustadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Objetos quânticos podem dar um salto descontínuo — agora ele está aqui, depois ali; esse salto é chamado de salto quântico. Um átomo emite luz quando um elétron dá esse salto quântico de um estado energético atómico superior para um inferior. É pos&amp;shy;sível observar a natureza radical desse salto quântico se o visualizarmos como o elétron que pula de uma órbita superior, em torno do núcleo atómico, para outra inferior, sem viajar pelo espaço entre as órbitas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De modo análogo, a causação descendente é descontínua sob todos os aspectos possíveis: causalmente (não podemos atri&amp;shy;buir a ela uma causa precisa), mecanicamente (não podemos criar um modelo matemático para ela), algoritmicamente (a matemática não se aplica a ela) e logicamente (sua lógica é circular: o observador é essencial para que ocorra o colapso, mas tal observador é apenas possibilidade antes da ocorrência do colapso. Possibilidade essa dentre inumeras outras possibilidades que tambem hipoteticamente podem ser representadas por outra função de onda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Função de onda que contém dentre inumeras possibilidades, dentre elas a do Observador consciente, para manifestar como realidade esse estado, pode sofrer um processo no qual os Físicos denominam teoricamente por auto-colapso. Nesse processo de Auto-colapso que é influenciado por váriaveis ocultas, a possibilidade torna-se realidade, e dai o observador se evidencia no processo de co-criação de uma realidade que de certa forma esta profundamente entrelasada consigo mesmo, uma vez que o processo de co-criação da realidade estabelece-se de uma forma não-local e isso é entendivel, através daquilo que os físicos denominam por um tipo de relação entre obsevador e realidade, denomiada por coerência quantica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando se estuda esoterismo, geralmente se aprende que a consciencia seria um processo dinamico que é manifestado em todos os planos da manifestação;em sentido amplo, entende-se por "consciência" como sendo a capacidade que possuem os veículos do nosso ser,de perceber as realidades internas e externas. Com base nesses conceitos, observa-se que várias escolas espiritualistas postulam que todos os seres humanos são constituidos de variadas consciencias, onde cada uma delas se manifesta num padrão especifico de realidade. Tais padrões de realidade originalmente foram geradas  por um processo de auto-colapso da consciencia divina no processo criativo de elaboração dos planos de manifestação. Entretanto num processo de escala menor, tais planos são tambem ilusoriamente modificados e modelados por nossas consciencias, de acordo com o nivel de potencial de energia que é esborçado no processo de interação não-local com outras função de onda que compõe tais faixas de realidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com base nesse raciocinio entendemos que filosoficamente que os multiplos dominios de manifestação, são na verdade modelados especulativamente por processos de colapsos de padrões especificos de consciencia, como tambem de processos de auto-colapso que tais padrões podem apresentar quando estimulados por fatores ocultos.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;(Série: Teorias do AZOTH)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-6575912663814658304?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/6575912663814658304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=6575912663814658304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6575912663814658304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6575912663814658304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/construcao-dos-padroes-de-realidade.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A Construção dos Padrões de Realidade&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScakEI6fEfI/AAAAAAAAAFM/kvBRTdB3E9M/s72-c/Auto-colapso.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-2450982014269724441</id><published>2009-03-21T10:10:00.000-07:00</published><updated>2009-03-21T10:51:38.840-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Física e Espiritualidade'/><title type='text'>Os Tijolos do Universo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScUn3l4czPI/AAAAAAAAAFE/-eY6fwlb5MM/s1600-h/ATOMO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315698771195907314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 253px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScUn3l4czPI/AAAAAAAAAFE/-eY6fwlb5MM/s320/ATOMO.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os Físicos desenvolveram uma teoria chamada de Modelo padrão,que visa explicar de que o Universo é feito e o que o mantém unido.É uma teoria simples e compreensível que explica os tipos de partículas conhecidas,assim como as interações complexas entre as mesmas.&lt;br /&gt;Segundo a física das partículas elementares, os tijolos fundamentais da matéria podem ser divididos em dois grupos: as duas classes de partículas que compõem a matéria propriamente dita, uma classe que transmitem as forças entre elas, e um tipo de partícula que esta intrinsecamente associada ao campo escalar. Podemos apresentá-las da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Handrons&lt;br /&gt;Composto de Protons e Neutrons&lt;br /&gt;Composto de seis Quarks&lt;br /&gt;Up,Down,Charm,extrem,top,botton&lt;br /&gt;-Leptons&lt;br /&gt;Composto de: Eletron,Muon,Tau,T-neutrino,U-neutrino,E-neutrino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Bosons&lt;br /&gt;Foton&lt;br /&gt;Gravitron&lt;br /&gt;W+,W-,Z0&lt;br /&gt;Oito tipo de Gluons&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Particulas Escalares&lt;br /&gt;Particula (Boson) de Higgs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto no ponto de vista de algumas sociedades espiritualistas, como a Sociedade Teosofica, ao se falar de Universo, deve-se levar em conta dentro do domínio da manifestação, a existência de 7 planos concêntricos e co-relacionados que possuem cada um, uma constituição própria característica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com tal escola, na vasta esfera no espaço, no interior da qual deveria nascer nosso Universo, a princípio não havia nada que pudesse se assemelhar àquilo que concebemos como matéria. Só existia “Mulaprakriti” ou “raiz da matéria” (ainda sem a propriedade a que nós denominamos forma), ou vácuo ou “Koilon” (este é o éter primordial a que os cientistas antigos se referiam e que a ciência moderna descartou como errado). São essas as águas genésicas a que se refere a Bíblia, sobre a qual pairava o Espírito de Deus. Neste koilon o Logos Cósmico (A Consciencia Divina) derramou sua poderosa energia – Fohat – que abriu inumeráveis pontos ou bolhas no Koilon, as quais, como explicaremos mais abaixo, foram reunidas de maneira especial para formar os átomos, isto é, para formar a matéria diferenciada, tal qual a concebemos. Como disse, no início das coisas, o que havia era a “raiz da matéria”, indiferenciada, informe. De acordo com os ensinamentos ocultos, o papel do Logos Solar aqui é o de transformar o Movimento Transcendente (energia latente), a Matéria Incondicionada (sem forma objetiva para nós), a Duração e o Espaço Abstrato em Movimento Relativo (energia ativa), Matéria Diferenciada (com forma), Tempo Periódico e Espaço Objetivo. Ao se manifestar o Logos Solar cria diferentes formas, cada qual com uma capacidade diferente de perceber (conhecer) o Universo que a cerca. Poderíamos dizer que o Logos Solar é um grande britador cósmico, que quebra a matéria indiferenciada (incondicionada, sem forma) em luz (as bolhas que aparecem no Koilon para nós assemelham-se a pontos de luz), em matéria diferenciada, espaço relativo, etc.. Vemos aí novamente o simbolismo bíblico: “E disse Deus: Haja luz; e houve luz. / E viu Deus que a luz era boa.” As diferentes formas criadas pelo Logos Solar são importantes, justamente, porque percebem o Universo de maneira diferente. Uma pedra percebe o Universo de maneira diferente de uma rosa que, por sua vez, vai ter uma concepção diversa do Universo quando comparada à concepção de uma macieira, que, certamente, concebe a manifestação divina através de um modo que lhe é peculiar diferente do de um coelho, que é diferente do de um leão, de uma baleia ou de um homem. No reino humano também temos as diferenças de emoções, opiniões, etc.. Entretanto, tudo que é manifestado, está cheio da natureza Divina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Voltando às nossas bolhas ou pontos de luz, é importante ressaltar que cada ponto de luz existe onde não está o koilon. A seguir o Logos Solar, sempre através de sua energia imanente, Fohat, reuniu 7 destas bolhas em forma de uma espira, formando o que se chamou de espirais de primeira ordem. Continuando seu trabalho, o Logos reuniu 7 espirais de 1a ordem para formar espirais de 2a ordem e, de maneira semelhante, foi reunindo e enrolando as espirais sempre em grupos de 7, até chegarmos às espirais de 6a ordem, as quais foram reunidas para formar o que os teósofos chamam de “átomo físico ultérrimo” ou “átomo físico último”. Esta é a menor unidade de matéria física, de cuja desagregação resulta em matéria astral. É importante ressaltar que Fohat deixa em cada átomo impresso todo o Plano Arquetipal (o plano evolutivo) a ser seguido por aquele Universo, entretanto, a evolução do espírito se dá a “pari passu” com a evolução da matéria. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para compreendermos melhor este enrolamento de espiras, imaginemos um fio bem fino e o trançamos com outros 6 para formar uma corda (espiral de 1a ordem); juntamos 7 destas cordas e as enrolamos para formar uma corda mais grossa ainda, e assim por diante. Estes átomos físicos ultérrimos compreendem 10 fios paralelos de espirais de 6a ordem, e podem ser positivos ou negativos. Por 7 dessas espiras (as mais “finas”) manifestam-se os 7 “estados de consciência” ou subplanos do plano físico cósmico, a saber: Átmico, Búdico, Manas Superior (Super Mental ou Mental Abstrato), Manas Inferior (Mental Comum ou Concreto), Astral (emocional), Duplo Etérico (Vital) e Físico (estamos falando do mais sutil para o mais grosseiro). Pelas outras 3 espiras vibram os 3 Logos Ativos durante a manifestação do Universo (que reunidos expressam o Logos Solar); poderíamos dizer que por esses 3 grupos de espiras fluem diretamente a Vontade, a Sabedoria e o Amor Divinos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como podemos observar através da figura, o átomo físico último tem a forma de uma esfera ligeiramente achatada, com uma depressão por onde entra a energia e uma “ponta”, por onde a mesma sai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao serem reunidas e enroladas as espiras para formar o átomo físico último, forma-se um canal dentro do mesmo através do qual flui a entrada e a saída de energia. Nos átomos últimos positivos a energia provém do sub-plano astral, e suas espiras estão enroladas no sentido horário. Nos átomos físicos últimos negativos, a energia provém do plano físico e, passando através do átomo, difunde-se pelo plano astral, e suas espiras estão enroladas no sentido anti-horário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cada uma dessas espiras é formada por 10 canais que são chamados de espirilas; por 3 dessas espirilas circulam eletricidade, e pelas outras 7 vibram ondas etéricas diversas, tais como luz, som, calor, etc.. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O átomo físico ultérrimo é idêntico em todos os elementos, ou seja, se dissociarmos um átomo de hidrogênio ou um átomo de tungstênio até o estado da matéria física a que chamamos de atômico, a partir do qual a dissociação resulta em matéria astral (os 7 estados da matéria física são, do mais sutil para o mais grosseiro: atômico, subatômico, etérico, radiante, gasoso, líquido e sólido), todos os átomos físicos últimos serão iguais, diferenciando-se apenas em positivos e negativos. O que diferencia, o que faz com que se formem fisicamente átomos diferentes (hidrogênio, carbono, ferro, etc.) é o número de átomos ultérrimos positivos e negativos que se reúnem para formar os átomos físicos nossos conhecidos. Se, por exemplo, pegarmos um átomo de hidrogênio gasoso, e formos retirando clarividentemente seus invólucros radiante, etérico e subatômico, ao chegarmos no estado atômico encontraremos 18 átomos físicos ultérrimos; já para o oxigênio, encontraremos 290 desses átomos últimos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De tudo que foi explanado até aqui, concluímos que o átomo não é substância, mas a negação da substância. O átomo é um buraco no éter, entretanto, está cheio de Natureza Divina e traz, em si, todo o Plano Arquetipal. Ele é real para nós, verdadeira substância para nosso conhecimento, justamente porque o Logos Cósmico está nele e cria em nós o pensamento de substância e realidade. Esse seria o ensinamento defendido por alguns Teosofos;entretanto para vários Físicos Teóricos,nenhum objeto atômico tem contorno bem-definidos. O átomo é algo tão minúsculo, que um bilionésimo de bilionésimo de segundo é o tempo bastante para que o mesmo difunda-se na indistinção. O mesmo continuara difundindo-se até o momento em que o observador através de um experimento, gere a medição daquilo que podemos chamar contorno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;(Série:Teorias do AZOTH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img class="gl_photo" alt="Adicionar imagem" src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-2450982014269724441?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/2450982014269724441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=2450982014269724441' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2450982014269724441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2450982014269724441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/os-tijolos-do-universo.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Os Tijolos do Universo&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScUn3l4czPI/AAAAAAAAAFE/-eY6fwlb5MM/s72-c/ATOMO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-2198135672164630067</id><published>2009-03-20T04:34:00.000-07:00</published><updated>2009-03-20T04:40:56.691-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Analise da Doutrina Secreta'/><title type='text'>A Evolução Cósmica nas setes Estâncias do Livro de Dzyan</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScN_-k8zfMI/AAAAAAAAAEk/fuLjtUd3HPI/s1600-h/AZOTH.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315232698274643138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 296px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScN_-k8zfMI/AAAAAAAAAEk/fuLjtUd3HPI/s320/AZOTH.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; 2. O Tempo não existia, pois jazia dormido no Seio Infinito da Duração.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existem dois tipos de tempo condicionado: o tempo psicológico e o tempo da física. O primeiro é determinado pela alternância de estados psicológicos, enquanto que o segundo pelos processos físico-químicos. Sabe-se atualmente que é pelo tempo (que representa o processo de passagem de uma possibilidade a outra) e no espaço (que abriga uma multiplicidade de eventos ou de possibilidades presentes e simultâneas) que é possível atualizar as possibilidades que existem em potencialidade no Absoluto. O tempo linear ou condicionado de nossa dimensão, e que tendemos a enquadrar os modelos cosmogenicos e antropogenicos, constitui para nos mentes condicionadas, a única forma onde essas possibilidades supostamente ainda não existentes terão condição de "existir", de ser (ser aqui tem o significado "ser objeto para uma consciência).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Entretanto adotando-se uma nova cosmovisão com relação aos elementos que integram a manifestação divina, perceberemos que ambos os dois tipos de tempo condicionado, tratam-se de aspectos inferiores daquilo que a sabedoria das idades denomina por Duração Eterna.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Duração eterna é o Tempo Não-Condicionado, aquele que nunca teve Início e nunca terá fim, um conceito impossível de ser entendido por aqueles que estão aprisionados em um tempo condicionado, limitado, de causa-efeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Ciência profana já aceita algo que é bastante próximo desta concepção da Doutrina Secreta. Segundo a concepção da Física moderna, o nosso Universo está em expansão, e assim, em seu início os diversos pontos estavam muito próximos. Retornando ao princípio, estes pontos estavam tão próximos e a matéria era tão densa que nem os átomos poderiam existir. A teoria da relatividade prevê em tais casos que o tempo passa a transcorrer de uma forma distorcida, e não mais da forma linear com que estamos acostumados. Os Físicos Teóricos denominam essa espécie de reflexo do tempo Não-Condicionado, por Tempo Imaginário, ou não-linear.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este momento citado por essa passagem da primeira Estância, seria, interpretado à luz da Doutrina Secreta, o momento em que o Tempo do tipo Condicionado ainda não existia. Pois ainda a consciência Divina no seu sacro-ofício, ainda não havia tornado pelo ato supra-criativo, o tempo Não-condicionado (A infinita Duração, ou Duração eterna) em tempo condicionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-2198135672164630067?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/2198135672164630067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=2198135672164630067' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2198135672164630067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2198135672164630067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/evolucao-cosmica-nas-setes-estancias-do_20.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A Evolução Cósmica nas setes Estâncias do Livro de Dzyan&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScN_-k8zfMI/AAAAAAAAAEk/fuLjtUd3HPI/s72-c/AZOTH.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-8513348240196332283</id><published>2009-03-19T07:45:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T09:18:05.806-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Física e Espiritualidade'/><title type='text'> Campo Escalar e o Svabhâvat</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScJbINM8--I/AAAAAAAAAEU/8tyt0un_Xt4/s1600-h/cria%C3%A7%C3%A3o.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314910706791676898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 276px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScJbINM8--I/AAAAAAAAAEU/8tyt0un_Xt4/s320/cria%C3%A7%C3%A3o.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos modelos teóricos mais aceitos não propriamente da “origem” do Universo, mas do que ocorreu muito próximo dela, é conhecido como Universo inflacionário. De acordo com esse modelo, os primeiros instantes de existência do cosmo se distinguiram pela sua simplicidade. Existiam essencialmente apenas o espaço e o tempo e o que nós chamamos de um campo escalar, a estrutua composta da energia mais primordial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conforme essa teoria, esse campo tinha inicialmente muita energia acumulada. Essa energia teve um enorme impacto sobre a evolução inicial do Universo; segundo a relatividade, energia e matéria influenciam a geometria do espaço. No caso do campo escalar, seu efeito foi o de expandir rapidamente a geometria do Universo, como a superfície de um balão sendo inflado. Essa expansão acelerada é chamada de inflação, justificando o nome “Universo inflacionário”. As regiões do cosmo onde o campo escalar tinha uma quantidade apreciável de energia inflaram muito, criando uma estrutura espacial bizarra, que pode ser visualizada como uma superfície elástica de onde brotam protuberâncias aqui e ali.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esotericamente sabemos que todos os planos relativos de manifestação, são expressões diferenciadas de um plano primordial. Tal plano primordial de acordo com o conhecimento esotérico sofre modificação através da ação da consciência divina, tal consciência pelo seu atributo de supra-criatividade, gera modificação na substancia indiferenciada que permeia o espaço eterno que é o seu auto-reflexo, dessa ação surge à propriedade de plasticidade que figura como atributo essencial da matéria primordial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com base nesses ensinamentos, por dedução especulativa, acreditamos que o nosso universo físico se trata de uma expressão probabilistica em constante retro-colapsos, daquilo que chamamos de sistema universal manifesto (sistema composto de n-universo interelacionados), daí suas propriedades estruturais são alicerçadas nas propriedades estruturais sublimes que compões o plano de manifestação Divina. Com base nessa premissa, acreditamos que o campo escalar é um reflexo em baixa escala daquilo que a tradição Budista denomina em sânscrito por Svabhâvat ,ou seja, a essência plástica da matéria primordial.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;(Série :Teorias do AZOTH)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-8513348240196332283?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/8513348240196332283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=8513348240196332283' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/8513348240196332283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/8513348240196332283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/campo-escalar-e-o-svabhavat.html' title='&lt;p align=&quot;center&quot;&gt; Campo Escalar e o Svabhâvat&lt;/p&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScJbINM8--I/AAAAAAAAAEU/8tyt0un_Xt4/s72-c/cria%C3%A7%C3%A3o.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-1656211217722145605</id><published>2009-03-18T03:26:00.000-07:00</published><updated>2009-03-18T04:33:05.682-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religiões Comparadas'/><title type='text'>O que é Religião?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScDUhoaOrSI/AAAAAAAAAEE/agNqBghmkUQ/s1600-h/1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314481234545388834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScDUhoaOrSI/AAAAAAAAAEE/agNqBghmkUQ/s320/1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Na verdade, há tantas religiões quantos forem os indivíduos "&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;(Mahatma Gandhi)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em termos de etimologia, religião é aquilo que liga -mais precisamente,aquilo que liga o homem a Deus. A religião envolve o homem de duas maneiras:em primeiro lugar,explicando-lhe a natureza e o significado do universo, ou "justificando-lhe os caminho de Deus"(teodicéia), e em segundo lugar, elucidando o papel e o propósito do homem no universo, ou ensinando-lhe como liberar-se das limitações,pressões e terrores deste universo (soteriologia).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Religião é , antes de mais nada, uma doutrina de unidade: Deus é um, e é ele que é a origem e o fim último do universo e do homem no universo. O homem, contudo, tornou-se separado de Deus - por meio da "Queda", de acordo com o Cristianismo, por meio da "Ignorância",de acordo com as religiões Arianas. Consequentemente, a religião é também um "retorno", um método de união.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande Sábio Indiano Sri Ramakrisna(1843-1886), dizia que:&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Muitas religiões, muitos caminho para alcançar um único e mesmo objetivo"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Místico Indiano Satya Sai Baba, assevera que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Existe somente uma religião, a religião do amor; existe somente uma linguagem, a linguagem do coração; existe somente uma casta, a casta da humanidade; existe somente um Deus e ele é onipresente. Todas as religiões são facetas da mesma verdade. Todas as Escrituras são sagradas, todos os locais de devoção são sagrados. Todas as religiões estão procurando o único e mesmo Deus, embora elas o chamem por diferentes nomes"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Seja qual for o nome que lhes dê, esses dois componentes estão sempre presente: Teodicéia e Soteriologia; doutrina e método; teoria e prática; dogma e sacramento; unidade e união.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Doutrina, ou teoria, diz respeito à mente ( ou, em nível mais elevado, ao "intelecto", no sentido metafísico preciso do Intellectus medieval, do Nous grego ou do Manas sânscrito); o método, ou prática, diz respeito á vontade. A Religião, para ser verdadeira, deve sempre engajar tanto a mente quanto a vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo componente da religião, o componente prático,pode ser dividido em dois: adoração e moralidade. A adoração, o elemento sacramental propriamente dito, assume geralmente a forma de uma participação nos ritos revelados(público ou privados) de determinada religião, com vistas à conformação da vontade do homem às normas do Absoluto ou, em outros termos, à vontade de Deus. A moralidade, o elemento social,consiste em "fazer as coisas que devem ser feitase não fazer as coisas que não devem ser feitas". Alguns conteúdos de moralidade são universais:"não matarás","não roubaras" etc.;outros são especificos de uma determinada religião:"não farás imagem esculpidas";"o que Deus uniu, o homem não deve separar" etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns estudiosos da Ciencia Religiosa, afirmam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O traço mais importante da religião é que ela não é obra do homem. A religião não foi inventada pelos homens, mas revelada por Deus". Cada religião é uma revelação única da realidade suprema. A revelação divina é uma condição sine qua non; sem ela, não existe religião, apenas ideologia produzida pelos homens, na qual não há nenhuma garantia de verdade e , acima de tudo, nenhum elemento sacramental ou salvífico. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante com relação a religião que devemos resaltar é aquilo que é definivel por Tradição.&lt;br /&gt;Uma vez revelada, a religião é transmitida - imutável em sua essência, mas geralmente cada vez mais elaborada em sua expressão- de uma geração a outra pela força da tradição.&lt;br /&gt;Associada a tradição surgem o atributo de ortodoxia, a qual é considerado como princípio da verdade ou, sob o aspecto prático, como a preservação da pureza doutrinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, os contéudos essenciais das religiões tradicionais, compreendem o dogma, a adoração e a moralidade; e o "continente" ou arcabouço indispensável da religião compreende a revelação, a tradição e a ortodoxia.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-1656211217722145605?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/1656211217722145605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=1656211217722145605' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/1656211217722145605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/1656211217722145605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/o-que-e-religiao.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O que é Religião?&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/ScDUhoaOrSI/AAAAAAAAAEE/agNqBghmkUQ/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-6194493597876839383</id><published>2009-03-17T04:51:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T05:58:15.288-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religiões Comparadas'/><title type='text'>O Espaço Sagrado e o seu Significado</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb-PRVGtf1I/AAAAAAAAADs/GlryIf7mBfs/s1600-h/IM.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314123613206314834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb-PRVGtf1I/AAAAAAAAADs/GlryIf7mBfs/s320/IM.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conforme elucida Mircea Eliade no Livro o Sagrado e o Profano, Para o homem religioso, o espaço não ê homogêneo: o espaço apresenta roturas, quebras; há porções de espaço qualitativamente diferentes das outras. Há, portanto, um espaço sagrado, e por conseqüência “forte”, significativo, e há outros espaços não sagrados, ou seja, a espaços também profanos. Essa não-homogeneidade espacial traduz-se pela experiência de uma oposição entre o espaço sagrado – o único que é real, que existe realmente – e todo o resto, a extensão informe, que o cerca. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mircea também ressalta na obra citada, que Ontologicamente a manifestação do sagrado funda o mundo. E é nessa fundação que o homem busca fixar no mundo um ponto “fixo” e absoluto que venha representar o centro da criação. De acordo com o renomado autor, é por essa razão que o homem religioso sempre se esforçou por estabelecer se no “Centro do Mundo”. Para viver no Mundo é preciso fundá-lo – e nenhum mundo pode nascer no “caos” da homogeneidade e da relatividade do espaço profano. A descoberta ou a projeção de um ponto fixo – o “Centro” – equivale à Criação do Mundo.&lt;br /&gt;Em contrapartida, para a experiência profana, o espaço é homogêneo e neutro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Título de exemplificar o exposto acima, o escritor Romeno, nos diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“(...) A fim de pôr em evidência a não homogeneidade do espaço, tal qual ela é vivida pelo homem religioso, pode-se fazer apelo a qualquer religião. Escolhamos um exemplo ao alcance de todos: uma igreja, numa cidade moderna. Para um crente, essa igreja faz parte de um espaço diferente da rua onde ela se encontra. A porta que se abre para o interior da igreja significa, de fato, uma solução de continuidade. O limiar que separa os dois espaços indica ao mesmo tempo a distância entre os dois modos de ser, profano e religioso. O limiar é ao mesmo tempo o limite, a baliza, a fronteira que distinguem e opõem dois mundos – e o lugar paradoxal onde esses dois mundos se comunicam, onde se pode efetuar a passagem do mundo profano para o mundo sagrado. (...) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(...) Depois de tudo o que acabamos de dizer, é fácil compreender por que a igreja participa de um espaço totalmente diferente daquele das aglomerações humanas que a rodeiam. No interior do recinto sagrado, o mundo profano é transcendido. Nos níveis mais arcaicos de cultura, essa possibilidade de transcendência exprime se pelas diferentes imagens de uma abertura: lá, no recinto sagrado, torna-se possível a comunicação com os deuses; conseqüentemente, deve existir uma “porta” para o alto, por onde os deuses podem descer à Terra e o homem pode subir simbolicamente ao Céu. Assim acontece em numerosas religiões: o templo constitui, por assim dizer, uma “abertura” para o alto e assegura a comunicação com o mundo dos deuses.(...)”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores clarividentes do século XX, o reverendo Geoffrey Hodson, descreve na obra intitulada por “O lado oculto do culto da Igreja Cristã”, que as Igrejas apresenta o seguinte aspecto com relação ao seu papel sagrado na terra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma igreja é um centro magnético estabelecido num determinado ponto da superfície do globo, no qual condições especiais foram criadas para permitir a livre passagem de força, vida e consciência do nível espiritual para o material, e do material, de volta, para o espiritual. (...) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(...) O estabelecimento de um centro magnético e espiritual como o de uma Igreja, reduz grandemente a resistência ao fluxo de força espiritual do alto, e possibilita a presença e serviço dos santos anjos. Eles encontram ali um ambiente harmonioso, no qual são protegidos das vibrações normais da vida humana comum. (...) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(...) Quatro grandes correntes de força fluem para o interior e através de uma igreja Adequadamente consagrada. Emanam em primeiro lugar, da Hierarquia humana e super-humana, conhecida por nós como a Grande Fraternidade Branca de Adeptos cada membro da qual é um canal para a influência dos três aspectos da Santíssima Trindade; em segundo lugar, das hierarquias angélicas, diretamente ligadas aos Sete Espíritos ante o Trono, e ao aspecto angélico de Deus, o Próprio Logos [Verbo Divino]; em terceiro lugar, do centro da terra; e em quarto lugar, do Sol. Estas quatro correntes reúnem-se na igreja, cada qual contribuindo com sua influência particular, e todas são utilizadas pelo Senhor Cristo, que as combina na mais gloriosa perfeição de que Ele é capaz e as converte num único instrumento para o trabalho especial que Ele executa para o mundo, através da fé cristã. (...) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(...) Do ponto de vista angélico, a igreja é um sistema solar em miniatura. Nela, as forças espirituais por detrás do sistema solar se manifestam num estado de alta concentração através do Senhor Cristo, que deste ponto de vista, representa o Sol. Os poderosos Seres que compõem a Grande Fraternidade Branca representam os planetas superfísicos, enquanto que os membros da hierarquia física da Igreja podem ser considerados como os planetas físicos. As paredes, pavimento e o teto do edifício formam a órbita intransponível das forças construtoras. O anjo e os espíritos da natureza servidores da Igreja, e a congregação, representam as raças angélica e humana, que lado a lado, estão utilizando o sistema solar como um campo de evolução. (...) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(...) O propósito da existência deste microcosmo eclesiástico é precisamente o do macrocosmo, isto é, a evolução de seus habitantes até um determinado padrão de perfeição. Na Igreja esse padrão é "a medida da estatura da plenitude de Cristo". do qual o Nosso Senhor é o mais perfeito e resplendente exemplo. Os processes pelos quais o padrão é atingido são idênticos dentro e fora da Igreja, porém quanto mais altamente concentradas forem as forças de dentro, tanto mais rapidamente se poderá atingir o padrão. Todo adorador é um Cristo em potencial, e o grande propósito de todo o sistema da Igreja com suas várias e convergentes correntes de força, vida e consciência, é acelerar o Cristo, no adorador, até a sua perfeita e plena manifestação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(...)Como o sistema solar é parte de um universo, e o universo, por sua vez, parte do Cosmos, assim uma igreja isoladamente é parte da Igreja Universal, que inclui primariamente todas as outras instituições religiosas, e secundariamente, todos os estabelecimentos religiosos de qualquer crença, existentes neste planeta. Esta igreja universal na terra é, a seu turno, parte de um mais amplo trabalho religioso para o sistema solar. (...)”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, como observamos com base nas citações acima; Todo espaço sagrado tem como resultado destacar um território do meio que o envolve, e o torna qualitativamente diferente. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-6194493597876839383?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/6194493597876839383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=6194493597876839383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6194493597876839383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6194493597876839383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/o-espaco-sagrado-e-o-seu-significado.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O Espaço Sagrado e o seu Significado&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb-PRVGtf1I/AAAAAAAAADs/GlryIf7mBfs/s72-c/IM.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-1644936124402707728</id><published>2009-03-16T05:10:00.000-07:00</published><updated>2009-03-16T05:17:26.084-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religiões Comparadas'/><title type='text'>O Sagrado e o Profano </title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb5CBY7tlUI/AAAAAAAAADk/OzPNpMFEsXU/s1600-h/Imagem+que+pintei_2007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313757201983968578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb5CBY7tlUI/AAAAAAAAADk/OzPNpMFEsXU/s320/Imagem+que+pintei_2007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de adentra no desenvolvimento do assunto, convém descobrir a definição destas duas palavras. As definições abaixo foram retiradas do Dicionário da Língua Portuguesa da Academia das Ciências de Lisboa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;sagrado&lt;/strong&gt; - s.m. (do lat. sacratus, part. pas. do v. sacrare, "consagrar".)1. O que é do domínio religioso. (...) 2. Local vedado a profanações. (...) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;sagrado&lt;/strong&gt; - adj. (do lat. sacratus, part. pas. do v. sacrare, "consagrar".)1. Que é relativo a um domínio interdito, inviolável e que suscita a veneração por oposição a profano; que se refere à divindade ou ao seu culto. (...) 2. Que foi objecto de consagração. (...) 3. Diz-se dos sentimentos inspirados pelo que pertence ao domínio do religioso ou do divino. 4. Que inspira ou deve inspirar profundo respeito, veneração absoluta. (...) 5. Que não pode ser infringido ou violado. (...) 6. Que não se pode mexer ou tocar. (...) 7. Que não se pode deixar de cumprir ou respeitar.(...) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;profano&lt;/strong&gt; - s. (do lat. profanus.) 1. Pessoa que não pertence à classe eclesiástica ou que é estranha às coisas da religião. (...)2. Pessoa que não pertence a determinada seita, classe, associação... (...)3. Pessoa não iniciada nos conhecimentos de uma arte, ciência... (...) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;profano&lt;/strong&gt; - adj. (do lat. profanus.) 1. Rel. Que é estranho às coisas sagradas; que não pertence à religião. (...)2. Que é contrário ao respeito que é devido à religião, às coisas sagradas. (...) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Numa primeira análise podemos fazer notar que, enquanto o sagrado se define como associado à religião, ao divino, ao respeito e veneração, o profano define-se em relação ao sagrado, mais especificamente como oposto ao sagrado. Temos portanto uma dicotomia sagrado vs. profano. Mas o que são o sagrado e o profano? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sagrado está relacionado com o divino: um objeto sagrado não é um objeto divino, mas um objeto que permite a ligação com o divino. Estando associado à divindade, reflete os sentimentos que a própria divindade evoca: terror e fascínio. A divindade a que o sagrado permite uma ligação é uma força que tanto vence e ajuda a vencer como fracassa e faz fracassar; é um poder que não se pode definir, que está em todo o lado, mas que não se pode localizar em lado nenhum. Esta força sobrenatural e incontrolável, quanto muito aplacado e propiciado através de sacrifícios, é, ao fim e ao cabo, o desconhecido, pois apenas se sabe que é poderosa para além da imaginação. É esse desconhecido que atrai e repulsa que fascina e aterroriza: porque o seu poder é tão desejado como temido, os seus favores tão ambicionados como a sua fúria é indesejada.&lt;br /&gt;Ao apresentar e qualificar o sagrado, um dos mais lúcidos estudiosos das Religiões Comparadas no século XX, o Romeno Mircea Eliade, constrói uma ponte interpretativa entre a natureza transcendente da religião e sua materialidade. A manifestação do sagrado contribui para uma nova semântica de relações que podemos caracterizar como:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O homem religioso imprime ao mundo sensível uma descontinuidade, que reclassifica qualitativamente os objetos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao sacralizar o mundo, o homem religioso atribui a significação plena de um espaço sagrado em oposição a todo o resto, como sendo sem forma e sentido.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao delimitar conceitualmente o sagrado, ELIADE, busca uma estrutura e uma morfologia baseadas em uma gama diversificada de sacralidades ou fatos sagrados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A diversidade de modalidades do sagrado relativiza bastante o conceito de hierofania. Este conceito só é delimitado pelo fato de toda e qualquer hierofania ser histórica. Muito embora separadas pelo contexto único de cada momento da história, as hierofanias possuem escalas de abrangência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca será demais insistir no paradoxo que constitui toda hierofania, até a mais elementar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Manifestando o sagrado, um objeto qualquer se torna outra coisa e, contudo, continua a ser ele mesmo, porque continua a participar do meio cósmico envolvente. Uma pedra sagrada nem por isso é menos uma pedra; aparentemente (para sermos mais exatos, de um ponto de vista profano) nada a distingue de todas as demais pedras. Para aqueles a cujos olhos uma pedra se revela sagrada, sua realidade imediata transmuda se numa realidade sobrenatural. Em outras palavras, para aqueles que têm uma experiência religiosa, toda a Natureza é suscetível de revelar-se como sacralidade cósmica. O Cosmos, na sua totalidade, pode tornar-se uma hierofania.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O profano é um assunto mais complicado. É preciso dizer, desde já, que o mundo profano na sua totalidade, o Cosmos totalmente dessacralizado, é uma descoberta recente na história do espírito humano. O homem moderno dessacralizou seu mundo e assumiu uma existência profana, por essa razão, sente uma dificuldade cada vez maior em reencontrar as dimensões existenciais de sua religiosidade que era característica nas sociedades arcaicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-1644936124402707728?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/1644936124402707728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=1644936124402707728' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/1644936124402707728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/1644936124402707728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/o-sagrado-e-o-profano.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O Sagrado e o Profano &lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb5CBY7tlUI/AAAAAAAAADk/OzPNpMFEsXU/s72-c/Imagem+que+pintei_2007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-2427034143166100171</id><published>2009-03-15T17:17:00.000-07:00</published><updated>2009-03-15T17:48:17.986-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Analise da Doutrina Secreta'/><title type='text'>A Evolução Cósmica nas setes Estâncias do Livro de Dzyan</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb2giRyw8jI/AAAAAAAAADc/EjVawYPkLs0/s1600-h/cosm1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313579646119375410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 269px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb2giRyw8jI/AAAAAAAAADc/EjVawYPkLs0/s320/cosm1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;ESTANCIA I&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;1. O Eterno Pai, envolto em suas Sempre Invisíveis Vestimentas, tinha dormitado uma vez mais por Sete Eternidades.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentário do AZOTH13:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Eterno Pai é representado dentro do simbolismo esotérico pelo Espaço abstrato absoluto, que de acordo com tais mistérios maiores é o único ente subjetivo que a mente humana tem capacidade de conceber como sendo a manifestação daquilo que a doutrina secreta chama de Causa Primeira ou o Primeiro Logos subjetivo, conhecido no Hinduismo por Brahman ( o neutro) e que representa a primeira expressão simbólica da Divindade Oculta, o Incognoscível e incomensurável para os Taoístas, a causa sem causa para o Budismo, o Ain Soph sem Limites dos Cabalistas, o Parabrahman dos Vedantinos.&lt;br /&gt;Brahman (o neutro) possue atributo mesmo encontrando-se num estado simbólico anterior ao processo de manifestação, manifestação periódica essa que ocorre quando o mesmo torna-se Brahma, o Segundo Logos Subjetivo, o não neutro, o manifestado, o espírito dos multiuniversos ( Visíveis Vestimentas Ilusórias), o grande arquiteto dos maçons , que esotericamente é também conhecido como o binômio Espírito-Materia não diferenciada, ou em sânscrito Purusha-Mulaprakriti.&lt;br /&gt;É muito importante frisar que de acordo com os ensinamentos apresentados na doutrina secreta, tanto o primeiro Logos subjetivo como o segundo Logos, são aspectos metafísicos da seidade Absoluta. E, portanto nesse nível de abstração, deve-se entender que ainda não existem os conceitos que possuímos com relação à emanação, criação, formação ou produção de nada que seja condicionado por uma lógica finita.&lt;br /&gt;Tais conceitos surgiram a partir do surgimento do grande fluxo divino de manifestação, em seus mais variados aspectos de entendimento, fluxo divino esse conhecido esotericamente por Terceiro Logos Subjetivo, conhecido no Hinduismo por Mahat , no Budismo por Alaya, ou Teosoficamente denominada por Ideação Cósmica e Mahâ-Buddhi.&lt;br /&gt;Esse fluxo divino apresenta como aspectos característicos que são conceituados pela mente finita: O Espírito (Consciência Divina), a Matéria Indiferenciada, o movimento eterno, a duração eterna e muitos outros que ainda não temos condições de definir.&lt;br /&gt;É exatamente na interpretação desse fluxo divino que surge individualmente os elementos interdependentes que nas Estâncias são conceituados simbolicamente por:&lt;br /&gt;- Sempre Invisíveis Vestimentas, ou matéria cósmica não diferenciada (Mulaprakriti), também compreendida esotericamente como sendo substância primordial, que constitui a base para manifestação do aspecto do fluxo definido por espírito ou Consciência divina.&lt;br /&gt;- Sete Eternidades, ou os sete grandes períodos que comportam os grandes estados de atividade (Mahâvantara) e de inatividade (Mahâpralaya) do processo de manifestação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-2427034143166100171?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/2427034143166100171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=2427034143166100171' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2427034143166100171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2427034143166100171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/evolucao-cosmica-nas-setes-estancias-do.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A Evolução Cósmica nas setes Estâncias do Livro de Dzyan&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sb2giRyw8jI/AAAAAAAAADc/EjVawYPkLs0/s72-c/cosm1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-6085919812046534335</id><published>2009-03-13T14:26:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T15:02:51.337-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religiões Comparadas'/><title type='text'>O ABSOLUTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbrX7hbhS4I/AAAAAAAAADU/Ir6LpKmnFsQ/s1600-h/olho.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312796128022973314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbrX7hbhS4I/AAAAAAAAADU/Ir6LpKmnFsQ/s320/olho.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Hegel, “O Absoluto é o Espírito: esta é a definição mais elevada do Absoluto. Pode-se afirmar que encontrar esta definição e compreender o seu conteúdo foi o motivo último de todas as culturas e filosofias. Todas as religiões e ciências se esforçaram no sentido de atingir este ponto.&lt;br /&gt;...O Absoluto não é simplesmente o Um. É o Um, mas é também o Muito: é a identidade-na-diferença.&lt;br /&gt;...O Ser, o Absoluto, a infinita Totalidade, não é uma simples coleção de coisas finitas, mas uma Vida infinita, um Espírito auto-atualizante.&lt;br /&gt;...ele é o processo de seu próprio vir-a-ser, o círculo que pressupõe seu fim, assim como sua intenção e cujo fim é o seu começo. Torna-se concreto ou real unicamente através de seu desenvolvimento e de sua finalidade*”.(Hegel, citado por Wilber, 1983, p. 314)&lt;br /&gt;O Ser, ao se manifestar como aparência fenomenal, cria uma ilusão de Relatividade na Existência. Neste sentido, a oposição Absoluto-Relativo é apenas aparente e ultrapassada pelo caráter Assim, em última instância, o caráter Absoluto do Ser integra a relatividade da dualidade dos conceitos “Absoluto-Relativo”. Ele não tem, aliás, nada a ver com esta distinção, como mostra o mestre tibetano Longchempa.&lt;br /&gt;“O Absoluto transcende o relativo, mas é imanente a tudo aquilo que é relativo. O númeno e o fenômeno são imanentes de tal forma que o imanente e o transcendente&lt;br /&gt;existem ao mesmo tempo.” (Sri Nisargadalta Moharaj, 1983, p. 254) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-6085919812046534335?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/6085919812046534335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=6085919812046534335' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6085919812046534335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/6085919812046534335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/o-absoluto.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O ABSOLUTO&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbrX7hbhS4I/AAAAAAAAADU/Ir6LpKmnFsQ/s72-c/olho.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-3329565066892600203</id><published>2009-03-13T03:59:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T19:55:06.424-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religiões Comparadas'/><title type='text'>Doutrinas e Ética Comuns a Todas as Religiões</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbpFllknhhI/AAAAAAAAACo/L29RYDnmhTA/s1600-h/paz.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312635222480094738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 268px; CURSOR: hand; HEIGHT: 263px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbpFllknhhI/AAAAAAAAACo/L29RYDnmhTA/s320/paz.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com o pensamento da ex-presidenta mundial da Sociedade Teosófica, a ilustre Dra. Annie Besant; existem doutrinas comuns que funcionam como uma estrutura básica onde as verdades fundamentais de cada religião estão erguidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Tais pontos Doutrinarios Principais são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - A Unidade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Qual religião pode reivindicar um monopólio desta doutrina? Pergunte ao Hinduísta e ele responderá: "Só existe Um, não há outro". Pergunte a um Parsi, e ele falará de Zarvan Akarana, o Ilimitado. Pergunte ao Judeu, e ele dirá: "Ouve, oh Israel! O Senhor nosso Deus é Um". Pergunte ao Budista, e ele falará do Um, incriado, universal, de onde vêm a criação e os particulares. Pergunte ao Cristão e ele responderá "Só há um Deus". Pergunte a um filho do Islã, e ele bradará "Só Deus é Deus, e não há nenhum outro". Os grandes doutores do Islã e os grandes pândits Vedânta do Hinduísmo discorrem exatamente nas mesmas linhas sobre a Existência universal única, e estes arrazoados formam uma das pontes entre o Hinduísmo e o Islamismo por onde, esperamos, muitos pés poderão passar em dias vindouros. As religiões, em face destas declarações categóricas de cada uma, não podem disputar sobre a questão da unidade. Tudo o que podem fazer é vestir a grande verdade única em roupagens diferentes, e rotulá-la como nomes diferentes. Mas um homem permanece o mesmo homem quando muda seu casaco, e uma verdade permanece a mesma verdade, embora expressa em línguas diversas. Cada religião tem sua própria língua, e as variedades de língua mascaram a identidade de crença.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 - A Trindade da Manifestação Divina. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A que religião pertence com exclusividade o ensinamento sobre a Trindade? Neste ponto as religiões mortas do passado reforçam as religiões vivas do presente - como de fato o fazem todas as verdades básicas. O filósofo Hindu diz: Sat, Chit, Ânanda; a voz popular proclama: Brahmâ, Vishnu, Mahâdeva. O Budista fala de Amitâbha, a Luz Ilimitada, Avalokiteshvara e Manjusri; O Parsi, de Ahura-Mazda, Spento e Angro-Mainyush, e Armaiti; o Hebreu, de Kether, Binah e Chockmah; O Cristão, do Pai, Filho e Espírito Santo. O Muçulmano, por razões históricas óbvias, não se junta ao coro; ele diz "Ele não engendra, nem é engendrado", aludindo ao ensinamento Cristão; mesmo assim no Corão rebrilham os atributos de o Poderoso, o Misericordioso, o Sábio, tão característicos da triplicidade do Ser. Esta triplicidade é melhor acompanhada mantendo-se claras na mente as marcas características de cada aspecto - do primeiro, a Fonte da Eterna Beatitude, a Auto-existência, o Poder; do segundo, a Fonte da Consciência, de onde procedem as encarnações; do terceiro, a Mente Criativa ativa que dá existência ao universo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 - As Hierarquias Suprafísicas e seus Mundos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui a diferença de língua, de expressão, mencionada antes, tem dado origem a muitas concepções equívocas. No Ocidente, Deus e seus equivalentes sempre significam o Um, sendo, além disso, declarado pelo Cristianismo que cada uma das Três Pessoas da trindade é Deus, formando em sua totalidade um só Deus, e não três; há uma unidade de natureza com uma diversidade de características. Mas esta palavra Deus jamais é aplicada no Ocidente às vastas Hierarquias suprafísicas que povoam os degraus superiores da escada do Ser. Eles são os Arcanjos, Anjos, Querubins, Serafins, Potestades, venerados, invocados, muitas vezes cultuados, mas sempre reconhecidos como ministros, como agentes do Supremo. Estes seres são conhecidos pelo Parsi como os Ameshaspentas e suas hostes; pelos Hebreus e Maometanos como Anjos; pelos Hindus e Budistas como Devas - literalmente Seres Brilhantes, um epíteto descritivo de fato adequadíssimo. Infelizmente os Ocidentais têm traduzido a palavra Deva como Deus, e por isso temos os trinta e três milhões de Deuses, sobre os quais os ignorantes fazem troça. A palavra Brahman é o verdadeiro sinônimo da palavra Deus, e Deva o é de Anjo. Todo leitor de literatura inglesa sabe que John Bunyan, em seu Pilgrim's Progress, usa este mesmo termo, os Seres Brilhantes, para designar os Anjos; e esta é a palavra natural para qualquer vidente usar, tendo-os visto fulgurar através do empíreo em suas missões de administração, de socorro e de libertação. O Deva, para o Hinduísta e o Budista, é exatamente o mesmo que o Arcanjo e o Anjo do Cristão e do Muçulmano, e sua existência não tira nada da unidade de Deus em um caso mais do que no outro. Se fôssemos seguir esta linha de argumento poderíamos da mesma forma supor que os Vice-reis, os Juízes, os Magistrados, os Comissários, os Generais e os Almirantes do Império diminuem a autoridade suprema do Rei-Imperador, como os Devas diminuiriam a supremacia de Deus. Eles apenas administram as leis da natureza, auxiliam os homens, mulheres e crianças, salvam-nos de muitos perigos e os encorajam em muitas aflições; não é que eles sejam Deus - a não ser que neste sentido também sejamos Deus - mas que Deus está neles assim como em nós, e só podem entender o politeísmo dos Hinduístas e Budistas aqueles que percebem que "é por causa do Eu que o Deva é amado". Quão miserável, quão solitário seria o mundo se só houvesse as inteligências do homem e de Deus! Quão vazio seria, não fosse por estes Seres Brilhantes que ocupam cada degrau da escada acima de nós! Há uma vasta escada de consciência desde o mineral até o Senhor do Universo, e estamos em determinado nível nesta escada, não diferindo em essência daqueles acima ou abaixo de nós. Os Devas não perturbam, mais que os homens, a unidade de Deus.&lt;br /&gt;É fato que os Hinduístas e os Budistas, assim como os Católicos Gregos e Romanos, tiram partido do ministério dos Anjos, e invocam estes Ministros divinos. Por que não? O Anjo, o Deva, encarna um fragmento do Eu Universal, e a luz de Brahman brilha através dele. Será errado que os frágeis rebentos de piedade, amor e culto no mais ignorante, mais tolo e mais subdesenvolvido dos filhos do Pai Universal, cresçam debaixo da forma radiosa de alguma Inteligência benévola, mais prontamente compreensível, mais facilmente adorável do que o Eu Onipresente? Idolatria? Ah, não! Não no mau sentido; a idolatria errada é adorar o eu separado; a idolatria certa é adorar o Eu Universal sob qualquer forma que estimule a inteligência, que avive o coração.&lt;br /&gt;Os mundos das Hierarquias são os mundos mais sutis que o físico, imperceptíveis pelos sentidos físicos. Os livros Hindus e Zoroastrianos falam extensamente destes mundos e deles dão muitas descrições. O Buda nos fala que viu estes mundos, "o mundo abaixo, com todos os seus espíritos, e os mundos acima". Os Cristãos e Muçulmanos acreditam em um céu e um inferno, e suas escrituras falam disso. Não vale a pena nos estendermos em fatos tão bem conhecidos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;4 - A Natureza do Homem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O homem é divino, em sua essência mais íntima é um Espírito, usando vestes de matéria. O Hindu proclama "Eu sou Ele". O Budista Chinês fala do "homem verdadeiro sem posição", o Espírito-jóia no lótus do corpo. O Fravarshi do Zoroastriano é o Âtmâ do Hindu. O Hebreu declara "Vós sois Deuses", e o Cristão proclama exultando que o corpo é o templo de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Às vezes se pergunta: "O homem tem um Espírito?" Não, não tem. Ele é um Espírito e possui um corpo. O corpo não possui o Espírito, mas o Espírito possui o corpo. Ele não é dono do Espírito, mas o Espírito é o senhor do corpo. O corpo é transitório, o Espírito é eterno; o corpo nasce e morre no mundo; o Espírito é não-nascido, é imortal. Se alguma vez observamos um moribundo, que conheceu sua própria natureza, e viu como o Espírito se rejubila na vida mais vasta e potente que se abre diante de si quando é descartado o peso da carne, devemos ter compreendido a verdade da frase que diz que não existe tal coisa chamada morte, em qualquer sentido real do termo. A morte é a passagem de uma sala para outra dentro da mansão do universo; a morte é a retirada de um pesado capote e a passagem para uma vida em traje mais ligeiro. Na morte o homem não perde nada de seus poderes espirituais, intelectuais e emocionais; ele não perde nada senão a carne. Nós somos Espíritos, Centelhas do Fogo Único, Raios de um Único Sol; estamos na imagem da eternidade de Deus; somos tão eternos quanto Ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;5 - Sua Evolução. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui pode brotar uma pergunta dos lábios de alguém: "Não se pode dizer que as religiões ensinem o mesmo a este respeito. Como se pode reconciliar a reencarnação do Hinduísta com a criação especial de cada Espírito do Cristão?" Obviamente não se pode; a doutrina de uma criação especial para cada Espírito é moderna, antifilosófica e blasfema, e completamente indefensável. Mas posso alegar que até 533 dC o Cristianismo não negava a pré-existência do Espírito, e cabe aos Cristãos explicar por que negaram a antiga doutrina e impuseram uma heresia ao mundo Cristão. A doutrina da reencarnação - o desdobramento dos divinos poderes do Espírito através de uma série de veículos cada vez mais evoluídos e melhores - é uma doutrina comum a todas as antigas Fés. O Hinduísmo e o Budismo a ensinam, ou mais precisamente, fundamentam seus ensinamentos neste fato natural bem estabelecido. Os Egípcios baseavam nela suas concepções da vida pós-morte; Platão, Pitágoras e os mundos grego e romano a reiteravam. Os Judeus a ensinavam, como pode ser lido em Josephus, na Kabbala, e em outros lugares. Era a doutrina corrente no tempo de Jesus, e foi aludida por Ele em mais de uma ocasião; diversos Padres da Igreja a ensinaram; a doutrina permaneceu na Igreja Cristã entre algumas seitas como os Albigenses; reapareceu com força na Igreja da Inglaterra, nos séculos XVII e XVIII, e foi ensinada por clérigos desta Igreja assim como por leigos eruditos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A posição do Zoroastriano também é dúbia neste ponto - alguns Parsis a afirmam, outros a negam; e somente podemos apontar para o fato de que o Zoroastrianismo é "uma religião em fragmentos", e dizer que esta doutrina é ensinada nos escritos gregos e neoplatônicos, que parecem reproduzir os ensinamentos Persas, depois da destruição da biblioteca de Persépolis por Alexandre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;6 - As Grandes Leis. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por "Grandes Leis" quero significar a Lei do Karma, ou de causa e efeito; e a Lei do sacrifício, ou de propagação e manutenção da vida.&lt;br /&gt;A Lei do Karma é apresentada pela ciência nas seqüências invariáveis que ela chama de leis da natureza; o teólogo a chama de justiça divina. É a rocha sobre onde tudo é construído, o verdadeiro sustentáculo de todo o pensamento e de toda atividade. Ela prevalece em todos os mundos, densos e sutis; é uma lei universal. É bem clara no versículo Cristão: "Não vos enganeis, de Deus não se zomba; o que quer que um homem plante, aquilo é o que colherá" (Gálatas, VI, 7). Diz Buda: "Se um homem fala ou age com pensamento maligno, a dor o segue, assim como a roda segue as pegadas do boi que puxa o carro... Se um homem fala ou age com um pensamento puro, a felicidade o segue como a sombra que jamais o abandona". O Hinduísmo abunda em tais passagens, e elas podem ser colhidas em todas as escrituras.&lt;br /&gt;A Lei do Sacrifício é a declaração do fato de que tudo o que vive, vive pelo sacrifício, forçoso ou voluntário, de outras vidas; que a Vida emanada do Supremo é o esteio do mundo. Nos reinos inferiores o sacrifício é compulsório - os minerais se desintegram para que a planta possa viver; as plantas, para que animais e homens vivam. No reino humano, com o grande crescimento da inteligência, se torna possível a associação voluntária da vontade individual com a Vontade universal. À medida que isso se torna mais completo se desdobra a vida espiritual, e por fim se realiza plenamente. O símbolo da Cruz encarna, para o Cristão, a vida ideal de sacrifício; e todo aspirante a Brahman, a Buda, ou a Cristo, trilha o Caminho da Cruz.&lt;br /&gt;O estudante pode expandir este breve resumo em um livro, e quanto mais ele estudar, mais claramente transparecerá a Fraternidade de todas as Religiões, expressa através de suas Doutrinas Comuns. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Ética Comum &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Temos ainda de considerar a Ética Comum a todas elas.Que uma moralidade sublime seja uma posse comum a todas as Religiões Mundiais é um fato estabelecido bem demais para necessitar discussão. Tudo o que é preciso aqui é fazer algumas poucas citações, o bastante para indicar os ricos veios de metal de onde estas inestimáveis pepitas são retiradas.&lt;br /&gt;Devolver Bem pelo Mal. O Manu diz: "Com o perdão do mal o sábio é purificado"; "Não vos enfureçais com o homem furioso; se vos falam asperamente, respondei com suavidade". No Sâma-Veda: "Faz a trocas difíceis de fazer: paz pela ira; verdade pela falsidade". O Buda ensina: "A um homem que tolamente me prejudica, lhe devolvo a doçura de meu amor incondicional; quanto mais ele me der mal, mais bem lhe devolverei"; "Que um homem vença a raiva com o amor; que vença o mal com o bem; que vença a cobiça com a liberalidade, a mentira com a verdade"; "O ódio não cessa jamais com ódio; o ódio cessa com o amor". Lao-Tsé diz: "Ao bom dou bondade; ao não-bom também dou bondade. Ao fiel dou fidelidade; ao não-fiel também dou fidelidade; a Virtude é fiel. Recompensa o mal com gentileza". Confúcio respondeu a um questionador: "O que não queres para ti não o faças a outrem; quando estiveres trabalhando para outros, que seja com o mesmo zelo como se fora para ti mesmo". Jesus disse: "Amai vossos inimigos, abençoai os que vos amaldiçoam, fazei o bem aos que vos odeiam, e rogai por aqueles que vos desprezando abusam de vós e vos perseguem". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Humildade e Ternura. Lao-Tsé diz: "Com vigilância constante sobre a natureza passional, e com ternura, é possível se tornar uma criancinha. Afastando a impureza do olho oculto do coração é possível se tornar imaculado. Há uma pureza e quietude com as quais podemos reger todo o mundo. Por preservar a ternura eu me torno forte". "O sábio... coloca a si mesmo por último, mesmo assim ele é o primeiro; ele abandona a si mesmo, mas mesmo assim é preservado. Não vem isso de ser altruísta? Por isso ele preserva intacto o auto-interesse. Ele não se exibe, e portanto brilha. Ele não se autopromove, e por isso é distinguido. Ele não louva a si mesmo, e por isso tem mérito. Ele não louva a si mesmo, e assim permanece no alto". Jesus ensina: "A não ser que vos torneis como crianças pequenas não podereis entrar no reino dos céus"; "Aquele que exaltar a si mesmo será rebaixado, e aquele que se humilhar será exaltado". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Retidão é mais Importante que as Formalidades. O Manu declara a lei da ação "mental, verbal e corpórea": "desta ação tríplice, saiba o mundo que é o coração o seu instigador"; "A um homem contaminado pela sensualidade, nem os Vedas, nem a liberalidade, nem os sacrifícios, nem as observâncias, nem as austeridades, lhe trarão felicidade". O Buda diz: "É o coração da fé acompanhando as boas ações o que como que espalha uma sombra benéfica do mundo dos homens ao mundo dos anjos". Jesus lamentou: "Vós pagais dízimo da hortelã, do endro, do anis e do cominho, e omitistes os preceitos mais importantes da lei - justiça, misericórdia e verdade".&lt;br /&gt;Eu poderia prosseguir assim citando texto após texto sobre cada virtude, e da árvore de cada religião se poderia retirar folhas semelhantes. Pois todas ensinam as mesmas verdades; todas são canais da vida única; todas as escrituras repetem a mensagem única, porque só existe uma única grande Fraternidade de Mestres, e cada um que dela procede fala a mesma língua. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Daí que as religiões não são rivais, e não devem odiar-se mutuamente. Elas são filhas de um mesmo pai, proclamando para o benefício da humanidade as verdades que aprenderam na casa ancestral. Existe uma Fraternidade de Religiões real, e todos os que estudam as religiões do mundo devem reconhecer a identidade de seus ensinamentos. Para quem estuda Mitologia Comparada, todas as religiões são igualmente falsas, e são frutos da ignorância. Para um Teosofista todas as religiões são verdadeiras, e são o fruto da SABEDORIA. Toda religião tem o mesmo direito a todas as verdades, e nenhuma pode reivindicar nada como seu exclusivamente, "meu, não teu nem dele". Antes a frase verdadeira é "meu, porque é teu e é também dele". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há uma só Religião - o conhecimento de Deus, e todas as religiões são ramos desta mesma árvore, a Árvore da Vida, cujas raízes estão no céu enquanto seus ramos se esparramam no mundo dos homens. A raiz celeste é a SABEDORIA - não a fé, não a crença, não a esperança, mas o conhecimento do Deus que é a Vida Eterna. De qualquer um de seus ramos uma pessoa pode colher uma folha para a cura das nações. Que ninguém negue o que para outra pessoa é verdade, pois ela pode ver uma verdade que outros não conseguem ver; mas que ninguém tente impor sua própria visão sobre outros, pois pode cegá-los ao forçá-los a ver o que não está dentro de seu campo de visão. Só existe um Sol, e cada energia em nossa Terra não passa de alguma forma de força solar; e assim como um só Sol alimenta toda a Terra, um só Eu brilha em todos os corações. Só existe uma blasfêmia - a negação de Deus no homem. Só existe uma heresia - a heresia da separatividade, que diz: "Sou outro além de ti, nós não somos um só". Para a redenção do mundo nós precisamos mais do que altruísmo, por mais nobre que ele seja. Precisamos aprender a anulação do eu individual, o sacrifício, a auto-entrega, mas não estaremos firmes no Um antes de podermos dizer "Não há outros; é o Eu em tudo". Quando todos os homens disserem isso o mundo conhecerá sua Era Dourada: quando um homem diz isso através de sua vida, sua presença é uma bênção onde quer que ele vá. Somos irmãos, mas mais que irmãos. Os irmãos têm apenas um mesmo pai; nós temos um Eu comum. Em tudo à nossa volta vejamos a Glória do Eu, e lembremos que negar o Eu no mais baixo é negá-lo em nós mesmos e em Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;(Extraido do &lt;a name="top"&gt;&lt;/a&gt;Panfletos de Adyar n. 24,&lt;br /&gt;A FRATERNIDADE DAS RELIGIÕES,por&lt;br /&gt;Annie Besant) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-3329565066892600203?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/3329565066892600203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=3329565066892600203' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/3329565066892600203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/3329565066892600203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/doutrinas-comuns-todas-as-religioes.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Doutrinas e Ética Comuns a Todas as Religiões&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbpFllknhhI/AAAAAAAAACo/L29RYDnmhTA/s72-c/paz.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-2573687378405865359</id><published>2009-03-12T19:39:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T05:06:18.989-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia Oculta'/><title type='text'>Exoterismo e Esoterismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbnIKCvWXgI/AAAAAAAAACg/DOE-mMTkGg4/s1600-h/cisne.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312497310319926786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; CURSOR: hand; HEIGHT: 218px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbnIKCvWXgI/AAAAAAAAACg/DOE-mMTkGg4/s320/cisne.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os símbolos não decodificados formam o “corpo exterior” ou “corpo morto” da doutrina, são os ritos exotéricos das religiões. O conhecimento oculto neles é o Conhecimento Esotérico. As pessoas que possuem este Conhecimento são conhecidos por diversos nomes: Iniciados, Adeptos, Dragões, Serpentes,Arvores, etc. Estas denominações tiveram amplo uso, inclusive na América antes de Colombo e no extremo oriente.&lt;br /&gt;Alguns destes símbolos, por exemplo, a árvore e a Serpente, aparecem nos primeiros Capítulos do Gênesis da Bíblia Está escrito no Gênesis: “Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal” (Gênesis III, 3-5).&lt;br /&gt;Na antiguidade a Serpente sempre representou o Iniciador, o Mestre, o Hierofante. Além disto, a Serpente enrolada é um símbolo da iluminação, e um Dragão mordendo o próprio rabo é um símbolo alquímico muito importante ,simbolizando o poder e o infinito. Esotericamente a árvore representa um livro, ou seja, a Sabedoria Oculta.&lt;br /&gt;A mesma Serpente aparece no Caduceu de Mercúrio da mitologia grega , e é um Dragão, que aparece em festas populares no oriente, o símbolo da sabedoria.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-2573687378405865359?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/2573687378405865359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=2573687378405865359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2573687378405865359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2573687378405865359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/exoterismo-e-esoterismo.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Exoterismo e Esoterismo&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/SbnIKCvWXgI/AAAAAAAAACg/DOE-mMTkGg4/s72-c/cisne.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-7951869988222626266</id><published>2009-03-12T18:56:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T05:07:37.146-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia Oculta'/><title type='text'>As Sete Chaves de Interpretação</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbm_T-ceQWI/AAAAAAAAACY/Syq0HVivbV4/s1600-h/chave.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312487585361052002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbm_T-ceQWI/AAAAAAAAACY/Syq0HVivbV4/s320/chave.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todo símbolo possui sete significados, que são decodificados pelo uso de sete Chaves. Normalmente as chaves decodificam os aspectos: metafísico, astronômico, fisiológico, antropogênico e cosmogênico. Nem todas as chaves são conhecidas pelos Iniciados (algumas ainda estão por ser reveladas).O leitor deverá acostumar-se a ver o mesmo símbolo representando diferentes Coisas em diferentes contextos, e a mesma alegoria sendo lida de formas diferentes quando aplicadas chaves diferentes. Por exemplo, quando Interpretado no sentido cosmogênico, o Dilúvio de Noé, representa a inundação das águas (a Matéria) no Caos, o despertar do Cosmos. Observa-se,neste sentido, uma repetição do Capítulo I do Gênesis, “o Espírito de “Deus sobre a face das águas”, no Capítulo VII, onde aparece a Arca sobre as águas com Noé dentro. Quando interpretado no sentido antropogênico,a Arca de Noé representa a queda da Quarta Raça-Raiz na geração sexual.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-7951869988222626266?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/7951869988222626266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=7951869988222626266' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/7951869988222626266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/7951869988222626266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/as-sete-chaves-de-interpretacao.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;As Sete Chaves de Interpretação&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbm_T-ceQWI/AAAAAAAAACY/Syq0HVivbV4/s72-c/chave.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-2163741859388498458</id><published>2009-03-12T16:15:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T05:08:23.212-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religiões Comparadas'/><title type='text'>A Religião Sabedoria</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbmt9MeQ6YI/AAAAAAAAACM/intbpTkwF4w/s1600-h/Sabedoria1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312468502291999106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 290px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbmt9MeQ6YI/AAAAAAAAACM/intbpTkwF4w/s320/Sabedoria1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbmpz5Of75I/AAAAAAAAACE/h122Leim-so/s1600-h/Sabedoria1.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todas as religiões antigas e as autênticas de hoje em dia possuem fragmentos de uma Religião Original (ou Religião-Verdade) da humanidade que já desapareceu há muito tempo (e da qual não há mais registros históricos).Portanto, existem semelhanças e concordâncias entre todas as religiões antigas (da Índia, do antigo Egito e da antiga Pérsia) e entre elas e as modernas autênticas (por exemplo, a Cabala judaica; a parte esotérica do Judaísmo; a tradição oral do Judaísmo). A essência destas religiões antigas é a mesma, diferindo elas apenas com relação a sua vestimenta.Houve uma revelação original, que é a raiz desta Religião sabedoria Original. Esta revelação foi feita pelas hierarquias de seres mais avançados dos ciclos anteriores normalmente chamados de Deuses (no Hinduísmo são os Pitris ou Devas). A tradição oriental fala que os Pitris lunares encarnaram na humanidade primitiva para iniciá-la.A tradição diz que já ocorreram quatro revelações anteriores, mais uma correspondente à raça Ariana. A tradição da Igreja Latina é que não podem haver mais de quatro evangelhos, pois houveram até agora apenas quatro revelações. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-2163741859388498458?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/2163741859388498458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=2163741859388498458' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2163741859388498458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2163741859388498458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2009/03/httpwww.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A Religião Sabedoria&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbmt9MeQ6YI/AAAAAAAAACM/intbpTkwF4w/s72-c/Sabedoria1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-981119541853253384.post-2083845449561484258</id><published>2007-08-25T19:20:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T05:09:43.586-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religiões Comparadas'/><title type='text'>Impermanência de acordo com as tradições</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tudo no Universo está sujeito ao fluxo, ao movimento, à transitoriedade. A impermanência é uma constante, impregna toda a existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dhammapada (pali)&lt;br /&gt;211. Evita apegar-te, seja ao que for, pois não há sofrimento para os que, com serenidade, não se apegam, nem têm aversão.&lt;br /&gt;147. Observa este corpo! Algumas vezes enfermo, sofredor e cheio de vãos desejos. Nunca permanente, sempre mudando.&lt;br /&gt;299. Estão sempre despertos e vigilantes os discípulos de Gautama Buda que, constantemente, dia e noite praticam a meditação da natureza transitória do corpo (de todas as formas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dhammapada Tibetano&lt;br /&gt;I-3. Acalme-se! as coisas compostas são impermanentes, elas principiam a perecer quando são produzidas. Desde que tenham surgido, perecem; serenar o desejo por elas é felicidade.&lt;br /&gt;I-6. Desde aquele momento da noite em que os seres humanos ingressaram no útero, a jornada de suas vidas para a morte iniciou. Uma vez indo, não há regresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I-10. Alguns morrem velhos, alguns morrem jovens, alguns nas primícias da vida. Todas as pessoas se vão em seu turno, da mesma forma como cai o fruto amadurecido.&lt;br /&gt;I-12. Como cada pote moldado por um oleiro do barro finalmente é quebrado e destruído, assim também é a vida de cada pessoa.&lt;br /&gt;I-15. Da mesma forma como o fluxo de uma queda d'água não pode voltar atrás, assim segue a vida de uma pessoa para sempre, sem retorno.&lt;br /&gt;I-16. Tão difícil de obter e, ainda assim, tão curta e tão cheia de sofrimento, vidas são obliteradas cedo, como palavras escritas com uma vareta n'água.&lt;br /&gt;I-18. Como um pequeno córrego que dia e noite vai passando, os bens de uma pessoa são rapidamente encerrados e a vida, além disso, é transitória.&lt;br /&gt;I-33. Esteja alguém parado ou em movimento, esta vida é irreversível, assim como um poderoso curso de rio seguindo em frente, tanto de dia com à noite.&lt;br /&gt;I-42. "Quando eu tiver feito isto, então farei aquilo, e após aquilo acabado, então farei aquilo outro." A velhice, a doença e a morte consomem aquelas pessoas que fazem tais preparações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Guia para o Modo de Vida dos Bodhisattvas (Shantideva – séc. VIII)&lt;br /&gt;II-35,36. Meus inimigos se tornarão nada. Meus amigos tornar-se-ão nada. Também eu me tornarei nada. Da mesma forma como tudo tornar-se-á nada. Da mesma forma como uma experiência num sonho, qualquer coisa que eu tenha experimentado tornar-se-á uma memória. O que quer que tenha passado, não será visto novamente.&lt;br /&gt;VI-16. Eu não deveria ser impaciente com o calor e o frio, o vento e a chuva, a doença, a sujeição e os golpes; pois se sou, o mal que me causam será ampliado.&lt;br /&gt;Textos do VII Dalai Lama Gyalwa Kalzang Gyatso (séc. XVIII)&lt;br /&gt;Meditações sobre os Caminhos da Impermanência ('versos para meditação sobre os caminhos da morte e da impermanência, para inspirar as mentes')&lt;br /&gt;Eu volto-me para o amigo espiritual, meu refúgio. Abençoe minha mente com seus poderes transformadores. Que o pensamento da morte nunca me deixe. Que eu possa praticar perfeitamente o sagrado Dharma.&lt;br /&gt;As distantes montanhas, tão sólidas, mas que se dissolverão. As folhas e flores na primavera e a queda no outono – nenhuma permanece. O sol que brilha e se vai ...&lt;br /&gt;Eles morrem velhos, eles morrem jovens, dia após dia. Desde o nascimento uma criança vê seus pais envelhecerem.&lt;br /&gt;Se você olha bem de perto e contempla profundamente as pessoas e coisas que aparecem em torno de você, poderá ver que tudo está em constante fluxo. Tudo torna-se o instrutor da impermanência. A própria mente é impermanente, oscilando constantemente entre sentimentos de prazer, dor e indiferença, frutos dos karmas positivo, negativo e neutro.&lt;br /&gt;Inicie a preparar-se para os caminhos da morte....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegar o tempo de conduzir o carregamento da vida através dos portais da morte, não se pode levar parentes, amigos, servos, nem posses. (Preparando a Mente para a Morte)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Textos do XIV Dalai Lama Tenzin Gyatso (séc. XX)&lt;br /&gt;Conceitos Tibetanos sobre a Morte&lt;br /&gt;Quanto à impermanência, temos dois tipos dela: a impermanência grosseira e a sutil. ... A desintegração de momento a momento é a impermanência sutil. A impermanência grosseira é, por exemplo, e destruição de um objeto, ou, no que diz respeito às pessoas, a morte de alguém.&lt;br /&gt;... quando formos capazes de diminuir o grau de concepção de permanência (existência inerente), o apego à vida atual se enfraquece. Além disso, se formos capazes de manter a concepção de impermanência em nossa mente – percebendo que a própria natureza das coisas é a desintegração delas – é bem provável que a morte não nos choque muito quando efetivamente chegar.&lt;br /&gt;... ao refletirmos sobre a morte e a impermanência, nossa preocupação exclusiva com assuntos superficiais limitados apenas a esta vida diminui a intensidade de sua força.&lt;br /&gt;Comentários ao 'Três Principais Aspectos da Senda'&lt;br /&gt;Não há sentido em nos apegarmos a esta vida. Não importa qual seja sua duração – poderá estender-se no máximo até uns 100 anos. Nós morreremos, afinal, e perderemos esta valiosa existência humana; além disso, não sabemos quando isto ocorrerá – poderá ser a qualquer momento.&lt;br /&gt;Precisamos gerar a compreensão de que a relevância dada a assuntos transitórios desta vida é algo tolo e absurdo. [...] nos esforçamos por reduzir o nosso apego às circunstâncias que se limitam a esta existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte é inevitável. Todos têm de morrer, o tempo de vida está constantemente diminuindo. A duração da vida é incerta (há incerteza sobre a hora da morte).&lt;br /&gt;Somente a 'sabedoria espiritual' (Prajna) poderá nos ajudar na hora da morte. 'Prajna é a percepção de que o 'eu' independente (separado) é impermanente. É vislumbrar que o 'eu' é Vazio (Sunya) de independência – o eu só existe em relação'.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/981119541853253384-2083845449561484258?l=fraternidadeespiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/feeds/2083845449561484258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=981119541853253384&amp;postID=2083845449561484258' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2083845449561484258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/981119541853253384/posts/default/2083845449561484258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraternidadeespiritual.blogspot.com/2007/08/impermanncia.html' title='&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Impermanência de acordo com as tradições&lt;/div&gt;'/><author><name>AZOTH13</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02127255287977181053</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ETdsJ_D5SyA/Sbp5McVwIpI/AAAAAAAAAC0/SSo5EK2pzaU/S220/AZOTH.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
